Augusto é um namorador incorrigível. Até que conhece
Carolina, a Moreninha. A partir daí, o rapaz é seduzido pelo encanto da moça e,
pela primeira vez, descobre o real significado da palavra amor. É assim, sem
conflitos e com final feliz, que se desenvolve a obra de Joaquim Manuel de
Macedo. A história é singela e divertida, com os elementos característicos de
folhetim, que o escritor ajudou a popularizar no século XIX.
O livro faz parte de uma coleção que comprei já faz tempo
que se chama “Grande Obras da Língua Portuguesa”. Confesso que deixei o
coitadinho mofando durante uns 3 anos e me arrependo muito de ter feito
isso. Não é novidade que adoro romances,
e principalmente romances de época com todo aquele charme especial. A história
é encantadora e garante vários sorrisos bobos,
como a própria sinopse diz, o enredo é simples e as personagens, planas,
ou seja, a personalidade delas não é trabalhada a fundo.
Por ter sido escrito primeiramente para um folhetim, os capítulos
não são tão longos e com isso a leitura flui mais rapidamente. A história também tem um fundo histórico, já
que mostra a cidade do Rio de Janeiro na época em que ainda era capital e a intensa vida urbana daquela período.
Um dos clássicos da nossa literatura, A Moreninha tem de
tudo para agradar o leitor, pois tem um bom romance, humor e o charme do século
XIX. Todos nós devemos valorizar mais o
livros maravilhosos que nossos escritores escreveram com tanta paixão e passar
isso para as pessoas, pois se a gente não valorizar o que é nosso, não vai ser
o de fora que vai fazer, não é mesmo?
Adaptação para o cinema :


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